Tuesday, July 03, 2007

Muuuuu !

Estava eu fazendo o jantar, maridón fuçando no computador (mas ele lava TODA a louça depois, viu, pessoas feministas ?), quando ouço um discurso emocionadíssimo e de sotaque inconfundível.

Nas primeiras estrofes daquela ode à cara de pau, em que o homem dizia que nunca tinha matado uma mosca, que era um cristão exemplar e temente a Deus, que dava leite às criancinhas, pão a quem tem fome, que voava pelos céus de BSBópolis com sua bela capa vermelha para levar, graças a seus superpoderes, amparo a todos os pobrezinhos… viro para maridón ; « gente, esse cara fala igualzinho ao Ror*z ! » e ele : « Pois é ele mesmo ».

E continuei ouvindo aquele mico fenomenal, com um pouco de vergonha alheia mas chorando de rir na panela do feijão. Já que estão mais uma vez tentando fazer o eleitor brasileiro de palhaço, melhor ir rindo, né mermo ?

Tá certo, eu não moro mais em Brasília há mais de 8 anos, mas não deixo de gostar de lá. Que o Gioacchino se esgueira como enguia entre acusações de corrupção, desde que Brasília é Brasília, todo mundo sabe. Mas putz, o discurso foi dose pra leão. Aquilo foi… sei lá. Surreal. Ou real demais...

Mas gente, vamos combinar que a honorável corporação bovina anda com a barra sujíssima ! Tudo é culpa do boi, ê boi malvado !